Nesse momento de pandemia que tentamos ultrapassar, também tivemos ciência pelas mídias e também dentro de nosso círculo familiar e de amizades, sobre o crescente número de divórcios.

É natural que com a restrição de circulação das pessoas e principalmente com o aumento do trabalho home office, que o convívio com nosso par e filhos têm se estreitado muito e está difícil conciliar o tempo e nossa atenção com tantas informações e exigências ao mesmo tempo. Antes o que não fazíamos estamos tendo de fazer tudo ao mesmo tempo, como a manutenção do lar, prevenção para não nos contaminarmos, filhos, esposa, chefe, parceiros de trabalho, clientes etc.

Mas esta é uma nova realidade, talvez temporária ou não e que devemos aprender a lidar com ela.

Quando nos procuram em nosso escritório, mesmo antes da pandemia, indagando sobre o interesse em fazer o divórcio, nós sempre perguntamos: “-Vocês têm certeza disso?”, “-Vocês já tentaram uma terapia de casal?”.

Temos este perfil pois as vezes os fatos motivadores deste divórcio são pontuais e com um trabalho em conjunto estas questões podem ser lapidadas e a família possa ser preservada.

Outra vontade que nós temos para que ocorram muitas conversas antes do divórcio é pelo fato de que, se o divórcio for realmente a saída escolhida, que ele ocorra da melhor forma possível, porém, o que poderia ser melhor dentro de um divórcio que é sempre tão traumatizante? O melhor é que ele seja o menos traumático possível tanto para o casal como para a família que o circunda, principalmente, quando há filhos.

Dentro do direito de família, as regras do Código Civil são muito claras e não deixam muita margem para debate sobre a divisão patrimonial, porém, infelizmente, ocorre de um dos cônjuges querer acabar levando mais vantagem que outro ou acabar escondendo patrimônio do outro e é aí que surgem as rusgas que se estenderão para sempre.

Nosso trabalho no escritório não é somente o de resolver as questões burocráticas e legais do divórcio, mas também, o objetivo de que as partes encontrem o ponto de equilíbrio no que tange a forma de guarda e pensão dos filhos e divisão patrimonial.

Sendo bem feito e com boa-fé um divórcio, além de ser mais rápido, barato e menos traumático a todos os envolvidos, após a realização do mesmo, as partes guardarão pouca ou nenhuma mágoa e assim, poderão dar seguimento pleno em suas vidas, olhando para o futuro com esperança e para o passado como um bom aprendizado.

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